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Cartalax

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Peptídeo (Ala-Glu-Asp) que estimula a síntese de colágeno e regeneração de tecido cartilaginoso.

Descrição



Cartalax (AED) — tripeptídeo Ala‑Glu‑Asp
Cartalax é um ultrapeptídeo de três aminoácidos (AED / H‑Ala‑Glu‑Asp‑OH), descrito na literatura como
bioregulador com tropismo experimental para tecidos conjuntivos (incluindo cartilagem), com foco em
homeostase de matriz extracelular e programas de expressão gênica ligados a proliferação/senescência celular.
AED (Ala‑Glu‑Asp)
Matriz extracelular (COL2/ACAN — contexto)
Dados humanos: limitados / heterogêneos
Regulação de expressão gênica (proposta)


Identificação rápida
Tipo: ultrapeptídeo (3 aa)
Sequência: H‑Ala‑Glu‑Asp‑OH
Fórmula (ref.): C12H19N3O8
Massa molar (ref.): 333,29 g/mol

  • Escopo: literatura discute ações em fibroblastos/MSC e tecidos conjuntivos; aplicação “cartilage‑target” é proposta no contexto de bioreguladores.
  • Não confundir: Cartalax (AED) ≠ peptídeos de colágeno/hidrolisados; ≠ condroitina/“cartilage supplements”.
  • Rigor: interpretar achados dentro de desenho experimental, dose/forma farmacêutica, e qualidade metodológica.

Mecanismo proposto (regulação gênica e homeostase tecidual)

  • Regulação de expressão gênica (modelo): ultrapeptídeos (2–7 aa) são revisados como moduladores de transcrição e síntese proteica em envelhecimento/doenças, com hipóteses de interação com componentes nucleares/ácidos nucleicos.
  • Conectivo/cartilagem: a aplicação conceitual em cartilagem relaciona-se a manutenção de matriz extracelular (ex.: colágeno tipo II, agrecano) e redução de “programas” degradativos/inflamatórios — interpretação dependente do modelo.
  • Transporte celular: revisões abordam a participação de transportadores (POT/LAT) no trânsito de ultrapeptídeos em diferentes órgãos/tecidos (base teórica para biodisponibilidade).
Nota: o mecanismo é proposto principalmente em revisões e estudos experimentais; a relevância clínica depende de validação por ensaios controlados e status regulatório.

Evidência com dados: expressão gênica em MSC (modelo de envelhecimento)

Em estudo com células-tronco mesenquimais (FetMSCs), o tripeptídeo AED (Cartalax) foi avaliado quanto à modulação de genes ligados a
crescimento, senescência e inflamação (incluindo IGF1, FOXO1, TERT, TNKS2 e NF‑κB)
em dois paradigmas de envelhecimento celular.
Dado estatístico reportado
No comparativo entre modelos, observou-se aumento de 8× na expressão de TERT no envelhecimento do tipo “stationary” (descrição no resumo do artigo).

Interpretação: trata-se de um modelo in vitro. O achado informa plausibilidade biológica (modulação de vias relacionadas à senescência), mas não equivale a eficácia clínica.

O que este produto NÃO substitui (articulações / OA)

Em condições como osteoartrite e outras artropatias degenerativas, o padrão-ouro envolve avaliação clínica, imagem quando indicada, fisioterapia/treino, manejo de dor e terapias específicas conforme diretrizes.
A literatura de ultrapeptídeos sugere hipóteses de regulação de vias celulares em tecidos conjuntivos; entretanto, os dados clínicos em larga escala são limitados.
Boa prática para público avançado
Se o objetivo for pesquisa/translação: documentar lote, método analítico (HPLC/LC‑MS), desenho de estudo e desfechos (dor, função, biomarcadores) com rigor.

Armazenagem e controle de qualidade (COA)

  • Armazenamento: 2–8°C, protegido de luz/umidade, conforme estabilidade do lote.
  • COA recomendado: identidade (LC‑MS), pureza (HPLC), teor (mg/frasco), impurezas relacionadas, endotoxina/biocarga e rastreabilidade por lote.
  • Especificidade: confirmar sequência AED e perfil de impurezas peptídicas para reduzir variação entre lotes.

Aviso importante
Este conteúdo é informativo e voltado a uso em pesquisa. Não constitui recomendação médica, diagnóstico, tratamento ou prevenção de doenças.
Não destinado a consumo humano ou animal. Em caso de dúvidas sobre saúde, procure um profissional habilitado.

Referências selecionadas (para leitura):

• PubChem: “Alanyl‑glutamyl‑aspartic acid” (sinônimos incluem Cartalax; fórmula e massa molar).
• Ashapkin V. et al. (2020) Molecular Biology Reports: modulação de expressão gênica (IGF1, FOXO1, TERT, TNKS2, NF‑κB) por peptídeos curtos (inclui AED).
• Khavinson V. et al. (2022) Molecules / PMC: transporte de ultrapeptídeos (POT/LAT) e bases de biodisponibilidade tecidual.
• Khavinson VK. et al. (2021) Molecules / PMC: revisão sobre regulação gênica por peptídeos curtos.

Additional information

Função

Bioregulador de cartilagem e articulação.

Detalhes

Peptídeo (Ala-Glu-Asp) que estimula a síntese de colágeno e regeneração de tecido cartilaginoso.

Protocolo

1mg a 2mg diariamente por 10-20 dias (IM ou SC).

Contra Indicações

Nenhuma conhecida.

Beneficios

Tratamento de artrose osteocondrose prevenção de lesões articulares em atletas.

Armazenagem / Reconstituição

Refrigerado (2-8°C). Reconstituição: Água Bacteriostática.

Meia vida

Curta (efeito epigenético).

Concentração

20mg x10

Perfil Estimulante

Modulador cognitivo potencial (ação neuroprotetora e de reparo cartilaginoso pode melhorar bem-estar geral).

Cronofarmacologia

Administrar pela manhã para reparo cartilaginoso durante o período de atividade física. Otimiza síntese de matriz extracelular diurna.

Certificado de Análise (COA)

Pureza HPLC: ≥97%, Teor peptídico: ≥96%, pH: 5.0-7.0, Água: ≤3%, MS: massa confirmada, Endotoxinas: <10 EU/mg, Atividade cartilagem: confirmada, Aspecto: pó branco.

Reações Adversas

Cefaleia irritabilidade insônia em indivíduos sensíveis.

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