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Tesamorelin + Ipamorelin

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Combinação de Tesamorelin (foco em gordura visceral) e Ipamorelin (pulso de GH suave). Sinergia para queima de gordura sem fome.

Descrição




Blend TESA‑IPA — Tesamorelin + Ipamorelin (eixo GH/IGF‑1)
Combinação conceitual de secretagogos: análogo de GHRH (tesamorelina) + agonista GHSR (ipamorelina)
O blend TESA‑IPA é apresentado como estratégia de modulação do pulsatilismo do hormônio do crescimento (GH) por
vias fisiologicamente distintas: tesamorelina (agonismo do receptor de GHRH) e ipamorelina
(agonismo do receptor de grelina/GHSR‑1a). Em termos farmacodinâmicos, a proposta é somar estímulos upstream que convergem na
liberação de GH, com potencial impacto em IGF‑1 e parâmetros metabólicos — hipótese que deve ser interpretada com cautela fora de estudos.
GHRH (Tesamorelin)
GHSR (Ipamorelin)
GH / IGF‑1
Uso investigacional


Identificação rápida (mecanismo e nível de evidência)
Tesamorelin: GHRH análogo
Ipamorelin: GHS (grelina‑mimético)
Blend: sem ensaio robusto dedicado
Endpoints: GH/IGF‑1, composição corporal

  • Tesamorelina tem uso regulado em contextos específicos em alguns países; ipamorelina é amplamente tratada como investigacional.
  • TESA‑IPA deve ser visto como conceito de coadministração de secretagogos; eficácia/segurança da combinação depende de validação clínica.
  • Não inclui protocolos/doses neste material.

Interação e complementaridade (fisiologia do eixo)

  • GHRH (tesamorelina): estimula somatotrófos hipofisários via receptor de GHRH → promove secreção pulsátil de GH.
  • GHSR (ipamorelina): ativa receptor de grelina (GHSR‑1a) → aumenta liberação de GH por via distinta, com menor estímulo de cortisol/prolactina em alguns estudos comparativos de secretagogos.
  • Hipótese de sinergia: coestimulação pode aumentar amplitude/frequência de pulsos de GH (dependendo de feedback, sono, nutrição e estado endócrino).
  • Limite fisiológico: feedback por IGF‑1/somatostatina pode “teto” a resposta; nem todo aumento de estímulo gera aumento proporcional.

Evidência clínica (por componente)

  • Tesamorelina: estudada em contextos específicos (ex.: lipodistrofia associada ao HIV e gordura visceral), com efeitos em IGF‑1 e composição corporal reportados em ensaios.
  • Ipamorelina: secretagogo investigacional; a maior parte da literatura é mecanística/estudos pequenos em GH.
  • Blend (TESA‑IPA): a combinação não tem, em geral, um corpo de evidência robusto e padronizado equivalente ao de fármacos aprovados; dados são frequentemente extrapolações do mecanismo.
Para público clínico: o ponto crítico é diferenciar efeito em GH/IGF‑1 de desfechos “duros” (eventos, segurança de longo prazo, neoplasia, metabolismo glicêmico).

Vantagens hipotéticas e limites (prática baseada em evidência)

Vantagens (hipóteses)
  • Estímulo mais “fisiológico” do eixo GH do que GH exógeno, em teoria preservando parte do feedback.
  • Combinar dois secretagogos pode otimizar resposta em indivíduos com resposta submáxima a um único estímulo (hipótese dependente de contexto).
Pontos críticos
  • IGF‑1 elevado: requer monitorização clínica; valores persistentemente altos podem estar associados a riscos/efeitos adversos (dependente do cenário).
  • Metabolismo glicêmico: alterações de sensibilidade à insulina podem ocorrer no eixo GH/IGF‑1; precisa de avaliação individual.
  • Oncologia: GH/IGF‑1 têm relação com crescimento celular; histórico de neoplasia é um tema de avaliação rigorosa.

Segurança (visão clínica de alto nível)

  • Efeitos associados ao eixo GH: edema, parestesias, artralgias, retenção hídrica, alterações glicêmicas — dependem de exposição e susceptibilidade.
  • Interações: com antidiabéticos, terapia androgênica/estrogênica e outras intervenções hormonais; exige acompanhamento médico.
  • Contraindicações típicas (contexto GH/IGF‑1): neoplasia ativa, condições intracranianas específicas e outras — variam conforme diretrizes/rotulagem local.
  • Regulatório: mistura/manipulação e uso fora de indicação podem ser proibidos/arriscados dependendo da jurisdição.

Armazenagem e controle de qualidade (COA)

  • Armazenamento: tipicamente 2–8°C (curto prazo) e ≤ −20°C (longo prazo), protegido de luz/umidade, conforme especificação do lote.
  • COA recomendado: identidade (LC‑MS), pureza (HPLC), teor por componente, impurezas relacionadas, endotoxina/biocarga e rastreabilidade por lote.
  • Blend: documentar estabilidade e compatibilidade de coformulação; confirmar integridade de ambos os peptídeos após transporte.

Aviso importante
Este conteúdo é informativo e voltado a uso em pesquisa. Não constitui recomendação médica, diagnóstico, tratamento ou prevenção de doenças.
Não destinado a consumo humano ou animal. Em caso de dúvidas sobre saúde, procure um profissional habilitado.

Referências selecionadas (para leitura):

• Revisões sobre fisiologia do eixo GHRH/somatostatina/grelina e regulação do GH/IGF‑1 (endocrinologia básica).
• Estudos clínicos de tesamorelina em contextos específicos (p.ex., gordura visceral associada ao HIV) — endpoints de IGF‑1 e composição corporal.
• Literatura de secretagogos do GH (incl. ipamorelin) em estudos pequenos/mecanísticos — foco em perfil farmacodinâmico e secreção de GH.
• Diretrizes clínicas e rotulagens locais para riscos e monitorização do eixo GH/IGF‑1.

Additional information

Função

Blend de Perda de Gordura.

Detalhes

Combinação de Tesamorelin (foco em gordura visceral) e Ipamorelin (pulso de GH suave). Sinergia para queima de gordura sem fome.

Protocolo

Dose noturna diária (ex: 1mg/100mcg).

Contra Indicações

Câncer ativo.

Beneficios

Redução de gordura abdominal teimosa melhoria do sono aumento de massa magra.

Armazenagem / Reconstituição

Refrigerado (2-8°C). Reconstituição: Água Bacteriostática.

Meia vida

~30 min (Tesamorelin) / ~2h (Ipamorelin).

Concentração

15mg x3, 15mg x10

Perfil Estimulante

Não estimulante.

Cronofarmacologia

Administrar à noite antes de dormir para ação sinérgica na liberação de GH, otimizando recuperação e composição corporal durante o sono.

Certificado de Análise (COA)

Quantidade total: 15.0±1.5mg (10:5), Outros parâmetros idem.

Reações Adversas

Reação no local rubor fadiga aumento de apetite. Combinação de secretagogos de GH.

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